Foi oficialmente inaugurada nesta quarta-feira (26/03) a operação brasileira da Exin, sob o comando de Luciana Abreu, conforme já havia noticiado neste blog. O detalhe é que durante a apresentação, a executiva informou que um dos principais focos da instituição será indicar instituições confiáveis para aplicar treinamentos em governança de TI e combater os treinamentos piratas.
“Há gente de má fé que copia a literatura do assunto e, por ter o certificado, acha que pode oferecer treinamento. E isso é pirataria e vamos lutar contra”, disse a executiva ao COMPUTERWORLD. A orientação da executiva é que o interessado no curso consulte as empresas listadas no site da própria Exin.
De fato, como já diz o ditado, quando a esmola é demais, o santo desconfia. Já havia conversado com o Sérgio Rubinato Filho, atual presidente do itSMF Brasil e com a Sharon Taylor, responsável pela organização da versão 3.0 do ITIL, sobre essa avalanche de cursos supostamente preparatórios para certificações. A resposta foi óbvia: não são poucas as empresas charlatãs que aproveitaram a onda de popularização da biblioteca britânica para criar todas as espécies de treinamento. Cursos com preços baixos demais ou com suscintos ao extremo devem levantar suspeitas. Os cursos “bridge V2-V3″, que treinam para a nova versão do ITIL, não devem ser confundidos. Eles simplesmente apresentam as diferenças de uma versão para outra. Dessa forma, vale a cautela de checar a procedência da instituição antes de fazer o investimento.
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